segunda-feira, 1 de novembro de 2010

A estrada

A brisa leve que me abraçava docilmente não encosta mais na minha pele e os bons perfumes, eles que nunca deveriam ter partido tambem resolveram me deixar e apagar seu aroma da minha mente.
Contra meus próprios conselhos me vejo na estrada seguindo a pé para sentir a terra, e morrer lentamente em busca da vida que perdi, olhando desconfiado aqueles que sempre soube que me deixariam.
Abri os olhos, senti frio e não vi meus amigos perto. Eles já nao me esperam mais, se foram como se minha presença nao precisasse ser ser notada.

Esse texto é de autoria de Adão Alvarenga.
Te amo, meu amigo.

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